A REPORTAGEM NA TELEVISÃO

 

Elisabete Gonçalves

4º ano do Curso de Comunicação Social

 

Pierre Ganz1 refere que a reportagem, etimologicamente, significa relatório. Ambos os textos informam, mas com finalidades diferentes. Enquanto um relatório é um instrumento de comunicação de iniciados, a reportagem é um modo de comunicação que descreve o espectáculo de um acontecimento ao grande público.

Como género jornalístico deveria ser caracterizado com base em três alíneas predominantes:

- a presença da notícia que situa a reportagem nos limites do jornalismo interpretativo (análise e valorização dos momentos reais);

- a narração da realidade, não sendo admissível a ficção nem a dramatização, que ao estarem incluídos no formato da reportagem daria lugar a novos géneros jornalísticos (como o melodrama e o telefilme baseados na realidade);

- a originalidade no tratamento e apresentação dos factos reais, que se combinam com outras formas jornalísticas, como a entrevista, o inquérito, o testemunho e o entretenimento. A originalidade é trabalhada a partir de factos já conhecidos, mas que revelam os pormenores desconhecidos. A inovação vê-se na absoluta liberdade formal e de tratamento, onde estão várias técnicas.

A reportagem, na opinião de Jaime Barroso García, é a narração informativa dos antecedentes, das circunstâncias e consequências previsíveis de um acontecimento.2 A sua forma de apresentação está próxima do documentário cinematográfico, se bem que o seu objectivo é apresentar o acontecimento com várias perspectivas e com vários depoimentos das pessoas envolvidas.

A reportagem pode ser apresentada como parte integrante das revistas de actualidade ou, simplesmente, com temas únicos, rigorosos, profundos e analíticos dos acontecimentos, é o caso da grande reportagem, reportagem em profundidade ou de investigação, etc.

A estrutura narrativa mais procurada responde ao seguimento da cronologia dos factos ocorridos; só em excepções se recorre ao flash-back para introduzir os antecedentes do acontecimento. A reportagem distingue-se da notícia, pois esta interessa-se pela actualidade imediata e urgente. A reportagem evoluiu no sentido em que pode ter uma ligação na forma de produção dos documentários, na medida em que:

* tem maior atenção na fase da preparação, fase de investigação e documentação do tema;

* no tempo de apresentação da reportagem é mais flexível, para não prejudicar a orientação da ideia inicial;

* dá-se maior atenção à qualidade da imagem, tanto no seu aspecto técnico, como no estético ou elaborado;

* dá-se importância redobrada na fase da montagem, onde realmente se constrói a história.

A reportagem televisiva recorre essencialmente à imagem. Na opinião de Jean-Jacques Jespers, uma reportagem pode facilmente sensibilizar o público, chamar a sua atenção para uma questão e potencialmente mobilizá-lo.3 Contribui, também, para aumentar os seus conhecimentos, mas através de um trabalho de elaboração mais complexo do argumento e da realização.

Numa perspectiva de informação-serviço, a reportagem televisiva é também uma técnica de mediação das relações dos antecedentes e das consequências do acontecimento ou do fenómeno abordado. É por isso que qualquer boa reportagem televisiva deve comportar duas dimensões: uma dimensão empática que visa a ligação entre o espectador e o assunto e/ou as personagens em acção uma relação de conivência afectiva e uma dimensão de revelação, esclarecimento, de contextualização do mesmo assunto.

3.1. PREPARAÇÃO DA REPORTAGEM

Esta é uma das fases importantes para que a reportagem tenha sucesso. O repórter na preparação da sua reportagem deve obedecer a três imperativos:

- tomar contacto com o acontecimento e com os seus intervenientes directos;

- documentar-se bem sobre o máximo de informações do próprio acontecimento, dos seus agentes, do seu enquadramento, do contexto no qual se inscreve;

- proceder à localização antes de sair com a sua equipa;

- preparar convenientemente o seu material jornalístico, que o repórter deve possuir ao dirigir-se para o local. Material este, conseguido através dos contactos, da documentação, das entrevistas e das referências.

No contacto com o acontecimento, o repórter deve ler os comunicados que alertaram a redacção. Como refere Ganz, os comunicados devem ser todos lidos para se compararem as informações das diferentes agências.4 As divergências entre elas serão objecto de revisão e de verificações, as suas convergências serão, no terreno, uma base de trabalho quase adquirida.

Antes de deixar a redacção, o repórter deve fazer alguns telefonemas, que permitem, por vezes, acertar detalhes importantes.

No contacto com os agentes, o repórter tem de se identificar todas as vezes que forem precisas. Tem de explicar quem é e para que emissão trabalha.

Como diz Ganz, o tema da reportagem, as informações pesquisadas, os centros de interesse do repórter devem também ser explícitos.5 Não interessa só preparar o seu interlocutor para a reportagem, mas a sua reacção, as suas questões, os seus comentários permitem avaliar que é a pessoa que se procura.

É preciso ter em atenção a informação recebida dos adidos de imprensa, pois nem todas as suas propostas merecem uma reportagem. O repórter deve escolher os convites e os telefonemas aliciantes para decidir o que vale a sua deslocação.

O repórter ao documentar-se sobre o acontecimento deve saber logo à partida se é acidental ou previsível. Num acontecimento acidental não se encontra facilmente informação ou documentação, mas outros acontecimentos semelhantes podem facilitar a compreensão de alguns factos.

Se o acontecimento for previsível, a documentação será muita. Como afirma Pierre Ganz, as abordagens anteriores a um processo não faltam nos jornais, o que se discute é óbvio: tal testemunha virá depor? Tal contradição será levantada no julgamento?6

Para conhecer melhor os protagonistas é preciso saber bastante sobre eles para os compreender e os apresentar, mas não em demasia para não transformar a reportagem num retrato.

O enquadramento do acontecimento pode ser apreciado através de documentação, como fotografias e imagens de arquivo. Por pouco tempo que se tenha, isto permite uma pré-localização. Mas depende do tipo de reportagem.

Para Ganz, a documentação fornece também a capacidade de um estádio ou o nome do seu arquitecto; mais vale ter estes elementos consigo ao deixar a redacção, do que procurá-los junto de um colega ou de um funcionário para preencher um tempo morto durante o intervalo.7

A documentação é sempre mais rica no domínio do contexto. Sem esse background, o repórter arrisca-se a compreender mal ou a não compreender as informações que recolherá no local do acontecimento.

A documentação pode ser feita através da imprensa, que sempre fornece uma boa base de informações. A maior parte das grandes redacções de audiovisual empregam vários documentalistas encarregados de examinarem os jornais diários e outros periódicos.

Segundo Pierre Ganz, alguns jornais põem à disposição de jornalistas externos a sua própria documentação. Inúmeros organismos, ministérios, instituições privadas ou internacionais também aceitam os visitantes.8

O jornalista, também, deve possuir a sua documentação pessoal bem organizada. É uma documentação mais sintética e muito mais acessível. Encontra-se depressa e mais facilmente, por caminhos apenas seus conhecidos. Pierre Ganz aconselha a precaução de manter em dia essa documentação, de eliminar os elementos obsoletos ou redundantes e de referenciar sistematicamente todos os documentos que retém.9

Uma boa abordagem de um assunto ou de um país que não se conheça pode ser fácil se o repórter utilizar artigos mais universitários, extraídos de enciclopédias.

A localização do acontecimento é importante quando o trabalho da reportagem precisa de uma equipa. No momento do contacto, o telefone é o primeiro instrumento para a localização. É necessário perguntar se o local tem iluminação ou é iluminado o suficiente para a cobertura de imagens, se tem tomadas eléctrica, se é permitido filmar no exterior e se existem boas ou más condições sonoras.

Como defende Ganz, estas perguntas facilitam a escolha do equipamento. Permitem também planear a gravação antes de estar no local. O repórter sabe quais as informações que deverá recolher em função do ângulo escolhido. Assim, pode indicar rapidamente ao fotógrafo ou ao operador de câmara, quais as imagens que lhe parecem susceptíveis de conter ou ilustrar o resto da informação.

Todo o assunto exige uma localização in situ. Como afirma Pierre Ganz, um guião efectuado depois da localização permite ganhar tempo na altura da filmagem, prevendo os planos de corte e os encadeamentos.10 Assim, o produto final tem um aspecto de relato mais agradável e mais convincente.

O material jornalístico deve ser preparado. Os contactos, a documentação e as referências devem acompanhar o repórter no local:

* é preciso anotar correctamente as coordenadas dos interlocutores que se vão encontrar. Nem sempre há alguém na redacção para poder dar as informações ao repórter que está no local;

* a documentação não se decora - e esse não é especialmente o objectivo da sua leitura. Mas é melhor não confiar demasiado na memória e guardar consigo os elementos-chave: desse modo, é indispensável uma ficha com os resultados dos factos anteriores, antes de partir para o local e fazer a cobertura do acontecimento em causa.

3.2. CARACTERÍSTICAS DA REPORTAGEM

Uma das características a ter em conta na reportagem, seja ele televisiva, escrita ou radiofónica, é o ângulo a escolher. A transmissão de todos os elementos recolhidos sobre um dado acontecimento é muito vasto e pouco agradável ao público sem qualquer preparação feita pelo repórter. Este tem de seleccionar, escrever e montar as informações mais importantes.

Para que tal aconteça, é preciso determinar o ângulo da reportagem. O ângulo, como define Pierre Ganz, é o ponto de vista escolhido pelo jornalista para tratar um assunto.11 Um único aspecto é abordado, mas é abordado em profundidade. A abordagem dirigida do assunto deve elucidar o conjunto.

O ângulo é seleccionado de maneira a dar uma ideia global do conjunto e analisada sob todas as suas facetas. É definido com o chefe de redacção antes de ir para o local. Por vezes, cabe ao repórter defini-lo, face aos elementos recolhidos.

Essa escolha é em função:

* da actualidade, da novidade da informação;

* dos factos observados e dos elementos recolhidos;

* do público ao qual se destina a reportagem.

Habitualmente, dá-se importância ao que é mais recente, mais vivo, mais concreto, ao factual, sob forma de relato por uma testemunha ou de peça escrita pelo jornalista.

Como diz Ganz, é o olhar do repórter, a sua curiosidade, as suas questões que fazem a reportagem para o seu público.12 O que ele não viu, não existe na reportagem.

Ao se escolher o ângulo é preciso também pensar no público da estação emissora e do programa. Ganz refere que este parâmetro do público é ainda mais importante para o repórter que trabalha no estrangeiro.13 O que é vulgar num dado país, pode ser uma informação interessante noutro. O repórter deve ter em atenção que o público português não reage da mesma forma que o público de qualquer outro país.

A compreensão das informações transmitidas pressupõe que o jornalista as organiza segundo uma lógica. Esta hierarquia é o complemento da escolha do ângulo. Nas palavras de Pierre Ganz, o primeiro reflexo do repórter é reler todo o material recolhido, notas manuscritas e gravações.14

Os elementos de informação são ordenados em função da sua importância, as sua novidade, da sua força, mas também dos vínculos que os ligam.

A reportagem é uma condensação da realidade: é preciso ter em conta o factor tempo, para manter a sua coerência com o acontecimento que se desenvolveu num período superior à duração da reportagem.

O repórter faz parte de uma equipa e ele tem de estar ciente disso. A sua reportagem não é mais do que um dos elementos da edição em preparação. Está em concorrência com outros assuntos. Portanto, o repórter, como refere Ganz, deve estar convencido de que o que propõe é essencial e persuadir a redacção disso.15 Deve ser breve, insistir sobre a actualidade, o ângulo e a originalidade do tema. Uma reportagem não é completamente bem sucedida se não satisfizer três requisitos: informar o público; trair o menos possível as fontes; comunicar, isto é, criar um diálogo.

Após uma reportagem, um repórter nunca abandona a redacção sem deixar os elementos prontos a transmitir para as edições seguintes, acompanhados de uma ou de várias aberturas. Se for necessário, deixa um relatório. Este documento faz o ponto do tema sobre o qual trabalho incide. Mas, como defende Pierre Ganz, o repórter descreve o contexto, alerta sobre os desenvolvimentos possíveis, indica os contactos para prosseguir com a investigação.16

3.3. OS DIFERENTES TIPOS DE REPORTAGEM

Para Jean-Jacques Jespers existem quatro tipos de reportagem: a reportagem de actualidade, a grande reportagem, o inquérito e o documentário de criação.

A reportagem de actualidade traduz acontecimentos que acabam de ocorrer e a propósito dos quais não se dispõe de muito tempo para fazer a sua difusão.

Geralmente, é realizada para o próprio dia ou para uma data muito próxima, esta reportagem, como revela Jespers, acomoda-se dificilmente com uma preparação exaustiva.17 Só se confiará este tipo de reportagem a um jornalista que conheça bem a matéria.

Tradicionalmente, consiste em imagens que mostram o acontecimento, a maior parte das vezes imagens das consequências do acontecimento, e de entrevistas ocasionais de testemunhos e/ou peritos.

Jean-Jacques Jespers refere que o melhor fio condutor de uma tal reportagem é a simples narração na primeira pessoa: contar o que se viu, e o que pôde verificar; dar a palavra às testemunhas.18

Uma reportagem deste tipo valerá, sobretudo, pelo enriquecimento que traz à informação base. Interessa que a reportagem de actualidade, seja situada num contexto mais geral, quer na apresentação que é feita na altura da sua difusão, quer durante a própria reportagem.

A grande reportagem é a que nos interessa abordar mais profundamente. Consiste na composição sob forma de um vídeo ou filme, de uma série de informações respeitantes a um acontecimento particular, da actualidade, ou a um fenómeno particular da sociedade, numa mensagem real de uma certa duração.

A característica da grande reportagem é ser:

- tópica: concentra a atenção sobre uma situação, um fenómeno ou um acontecimento determinado;

- intensiva: trata os assuntos em profundidade e aborda várias facetas.

Como diz Jespers, a grande reportagem opera segundo o método da sinédoque.19 Isto quer dizer que mostra e faz sobressair um caso, uma situação, um problema particular, com o objectivo de dar a conhecer uma situação, ou um fenómeno mais geral. Por outras palavras, a grande reportagem descreve intensivamente casos ou grupos particulares, enquanto eles representam a premissa de todo o acontecimento.

Na realização da grande reportagem deve-se ter em conta a regra das três unidades: unidade de lugar, unidade de tempo e unidade de acção. Isto significa que uma grande reportagem será de preferência filmada:

- num único lugar, claramente identificável através de elementos de cenário;

- num tempo definido;

- à volta da acção de um número restrito de personagens, as mesmas durante toda a reportagem.

A narração deve realçar a acção das personagens pouco numerosas e claramente identificadas, com as quais o espectador se familiariza rapidamente e cujas aventuras ele quererá conhecer.

Como afirma Jean-Jacques Jespers, o fio condutor da grande reportagem deve permitir abordar o maior número possível de aspectos da situação ou do fenómeno do qual se quer dar conta.20

Este fio condutor é o vector-chave que se trata do ponto de vista de medição, personificado para levar o essencial da informação.

Este vector-chave será uma personagem ou um grupo, escolhido em função das suas características pessoais, mas, sobretudo, em função da sua capacidade para simbolizar um conjunto, um grupo mais vasto.

Ele deve, em primeiro lugar, estar bem situado no seu meio, no seu ambiente, em função das informações das quais se deseja que ele seja portador.

Jean-Jacques Jespers expõe algumas fases para a preparação da grande reportagem:21

1. O grande repórter reúne o máximo de documentos sobre a mensagem que quer transmitir. Ele encontra, no caso de grande reportagem no estrangeiro, conhecedores do país em questão, a fim de recolher informações e estabelecer os contactos com o país de destino. Informa-se sobre as condições de trabalho nesse país: necessidade de transporte de pessoas e material; possibilidade de contactar intérpretes ou guias, etc.

2. Uma visita de preparação no local, sendo muitas vezes impossível, preparar-se-á a filmagem à distância, marcando antecipadamente o máximo de encontros, para uma informação de background, ou para entrevistas.

3. Dado o afastamento e as incertezas que pesam sobre as filmagens, o jornalista deve estar pronto a modificar o seu ângulo de ataque o seu ponto de vista de partida, em função das informações recolhidas no local. Muitas vezes, a construção definitiva da reportagem efectua-se no momento da montagem.

4. Por vezes, acontece que qualquer elaboração da reportagem ou da sua premissa seja impossível: quando a partida é decidida à pressa, sem prazo de preparação. Neste caso, cabe aos responsáveis da redacção escolher um grande repórter especializado na matéria que deve ser tratada na região em causa. Este jornalista mantém-se informado de tudo o que toca à sua especialidade. Ele junta, num lapso de tempo, muito breve que antecede a sua partida, o máximo de informações sobre o assunto. Uma vez no local, o seu primeiro dever é procurar fontes locais fiáveis a fim de aperfeiçoar o seu conhecimento sobre o assunto tratado.

Na realização da grande reportagem, o jornalista deve dar indicações aos operadores de imagem e de som, quanto aos documentos icónicos e sonoros que ele deseja juntar para a sua reportagem. Na opinião de Jespers, isso requer um sentido da imagem, qualidades estéticas e criativas próximas das do realizador de cinema ou do encenador de teatro, um sentido da narração próximo de um escrito, e uma grande capacidade de improvisação em condições muitas vezes imprevisíveis.22

As entrevistas são realizadas in situ, isto é, no decorrer da acção do vector-chave ou de uma personagem entrevistada.

As ilustrações devem concorrer para esclarecer o texto da reportagem ou mostrar aspectos específicos da acção do vector-chave.

A montagem deve ser narrativa e cronológica, na maior parte dos casos. Através de sucessivas fases da acção, a montagem fará descobrir os diversos elementos da informação que se quer mediatizar.

O inquérito é uma reportagem explicativa ou de investigação que sintetiza numa mensagem o acontecimento relativamente complexo com interesse público de carácter social, económico, jurídico, ecológico ou da vida quotidiana.

O documentário de criação, como afirma Jean-Jacques Jespers, é um programa elaborado segundo uma visão única, original, pessoal sobre a realidade. Trata-se de uma obra de autor.23 Para esse tipo de realização, a escolha da premissa e a elaboração da mensagem são definidas, estruturadas por um pensamento e um estética particulares.

O texto é elaborado na primeira pessoa, onde confessa a sua subjectividade.

Jaime Barroso García24 ainda especifica outro tipo de reportagem, a notícia-reportagem. Tratam-se de notícias que têm na sua realização alguns pormenores caracterizadores da reportagem, tais como os antecedentes e as consequências do facto, o relato em directo, o testemunho dos intervenientes e a entrevista a peritos. Por vezes, é uma opção criticada devido à facilidade de incluir opiniões na informação.

Bibliografia:

GANZ, Pierre - A Reportagem em Rádio e Televisão. 1ª ed., Lisboa, Editorial Inquérito, s.d.

GARCÍA, Jaime Barroso - Introducción a la Realización Televisiva. 1ª ed., Madrid, IORTV, 1992

GARCÍA, Jaime Barroso, Realización de los Géneros Televisivos, 1ª ed., Madrid, Editorial Síntesis, 1996

JESPERS, Jean-Jacques - Jornalismo Televisivo. 1ª ed., Coimbra, Minerva, 1998

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NOTAS:

1 Ganz, Pierre, A Reportagem em Rádio e Televisão, 1ª ed., Lisboa, Editorial Inquérito, s.d., p. 7.

2 García, Jaime Barroso, Realización de los Géneros Televisivos, 1ª ed., Madrid, Editorial Síntesis, 1996, p. 418.

3 Jespers, Jean-Jacques, op. cit., p. 166.

4 Ganz, Pierre, A Reportagem em Rádio e Televisão, 1ª ed., Lisboa, Editorial Inquérito, s.d., p. 15.

5 Idem, ibidem, p. 17.

6 Idem, ibidem, p. 18.

7 Idem, ibidem, p. 19.

8 Idem, ibidem, s.d., p. 20.

9 Idem, ibidem, p. 21.

10 Idem, ibidem, p. 23.

11 Idem, ibidem, p. 49.

12 Idem, ibidem, p. 50.

13 Idem, ibidem, p. 52.

14 Idem, ibidem, p. 52.

15 Idem, ibidem, p. 67.

16 Jespers, Jean-Jacques, Jornalismo Televisivo, Coimbra, Minerva, 1998, p. 68.

17 Idem, ibidem, p. 167.

18 Idem, ibidem, p. 168.

19 Idem, ibidem, p. 168.

20 Idem, ibidem, p. 169.

21 Idem, ibidem, p. 170 - 171.

22 Idem, ibidem, p. 171.

23 Idem, ibidem, p. 175.

24 García, Jaime Barroso, Realización de los Géneros Televisivos, 1ª ed., Madrid, Editorial Síntesis, 1996, p. 420.

sumário