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LIMA FILHO

 

"A arte deve ser, acima de tudo e antes de qualquer coisa, uma festa para os olhos"

Lima Filho

Lima Filho é um artista plástico vigoroso, irreverente e, acima de tudo, brasileiro. Sua influência patriótica, da qual se orgulha, retrata-se naturalmente em seus quadros, que exibem cores vibrantes e tipicamente brasileiras.

Vem desenvolvendo seu trabalho no ritmo acelerado da capital paulista, transformando o cinza da cidade em um mundo de cores e sensações.

Autodidata em todos os sentidos, reflete em sua obra a alegria de ser brasileiro, cantando em versos, tintas e cores o Brasil que quer para mim, para si e para todos.

A sensibilidade de Lima Filho o permite chamar de um artista plástico de expressão, fortemente ligado à sua origem e atento às transformações do mundo contemporâneo. Acredita que a arte deve ser, acima de tudo e antes de qualquer coisa, uma festa para os olhos.

BIOGRAFIA

Nascido a 15 de outubro de 1946 na cidade de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

A propensão para a arte manifesta-se nas primeiras séries do ensino primário, tendo em vista suas habilidades artísticas, logo se destaca nas aulas de desenho, revelando-se o grande artista.

O primeiro contato com tintas e pincéis acontece por influência de um amigo. É com ele que aprende a confeccionar suas próprias telas, formando-se um artista autodidata em todos os sentidos.

Em 1967, participa do I Salão de Artes Plásticas, organizado pelo Lions Club. Em sua primeira exposição, exibe quadros acadêmicos (A entrada da Mina; Auto Retrato) e modernos (Frutas). Dos catorze participantes, é o único a receber a crítica de MariíStella Tristão, que faz a seguinte referência ao artista: "Lima Filho apresenta trabalhos de tendência moderna; apesar de indeciso, é vigoroso e se revela um artista em potencial".

Chega a São Paulo em 1969, opta pela profissão de decorador de lojas. É na pintura que, mais tarde, vai manifestar o artista plástico irreverente, vigoroso, sensitivo e audacioso.

A partir de 1986, torna-se autônomo na área de comunicação visual e publicidade. Na mesma época, cria novos quadros e os vende em galerias e praças de São Paulo. Em 1987, participa do II Prêmio Aquarela Brasileira de Artes Plásticas, a primeira de várias exposições coletivas e individuais na capital paulista.

Sua formação social e ideológica mostra-se no apoio dado a diversas campanhas e projetos de interesse da comunidade. Muitas de suas obras são doadas a entidades e associações que cuidam de menores carentes.

Nos anos de 2003 e 2004 participa do Pré-Conselho Pró-Cultura da região de Pinheiros e, junto com um grupo de artistas, consegue criar um Centro Cultural para o bairro.

Recebe convite da Coordenadoria de Ensino da Secretaria Municipal de Educação para prestar assessoria de arte a professoras e atuar como Agente Monitor do Recreio nas Férias de escolas públicas municipais da cidade. Atividades das quais obtém significativos resultados.

Também no ano de 2004 é convidado pelos familiares de Tarsila do Amaral a decorar os aposentos do Hotel Trilogia, em Cambuquira (MG), com reproduções de obras da artista.

Em 2005, exerce trabalho voluntário, restaurando murais da Escola Municipal Tide Setúbal, no bairro do Itaim Bibi, São Paulo.

Vem desenvolvendo seu trabalho no ritmo acelerado da capital paulista, transformando o cinza da cidade em um mundo de cores e sensações. Artista da paz, já participou de dezessete exposições de arte, além de eventos públicos e oficinas.

A arte é um legado da linhagem de Lima Filho, da qual fez parte o grande poeta, jornalista, promotor de justiça e político Antônio Augusto de Lima (1934-1959), a quem também se deve o nome de sua cidade natal, Nova Lima.

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