Rádio Politécnico
(Emissão de 99/04/14)
Decorreu na Presidência do Instituto Superior Politécnico, no passado dia 14 de Abril, a tomada de posse do Conselho Directivo da Escola Superior de Tecnologia (EST). A equipa liderada por Fernando Sebastião, composta ainda pelos "vices" Rogério Matias e Paulo Mendes, vai ter pela frente novo mandato de três anos. Jorge Barros e Nuno Ferreira, integram a equipa como vogais.
Momentos após a cerimónia, a Rádio Politécnico dialogou com o presidente do ISPV, Prof. Dr. João Pedro de Barros, que conferiu a posse:
Só há a possibilidade de continuarmos a crescer de uma forma sustentada se as unidades orgânicas que trabalham com o Instituto fizerem o seu trabalho na base da humildade, da solidariedade, da lealdade e da comunhão de interesses, tendo sempre como objectivo o engrandecimento do ISPV.
Eu tive a preocupação de convidar todos os elementos das restantes unidades orgânicas do Politécnico para estarem presentes, não só por uma questão de "praxe" e de bom senso mas, essencialmente, para que tomem como exemplo o bom relacionamento existente entre a Superior de Tecnologia e os Serviços Centrais.
Esclarecendo uma intervenção relativa à possível evolução natural de alguns politécnicos para universidades, o presidente do ISPV salientou:
Aqueles institutos que atingiram hoje a sua plenitude de funções a nível nacional podem, eventualmente, passar a universidades politécnicas. Diz-se que o de Viseu, assim como o de Bragança, podem evoluir nesse sentido. Se isto vier a acontecer, eu ficarei satisfeito.
O reeleito presidente da Escola Superior de Tecnologia, Fernando Sebastião, também dialogou com a Rádio Politécnico, começando por fazer um balanço:
O primeiro mandato foi virado para a construção da escola, desde a parte física até à constituição de novos cursos, passando pela estabilização do seu regime de gestão, podendo-se falar, sem faltar à verdade, na articulação alcançada a diversos patamares.
Concretamente, no mandato que agora começa uma das prioridades fulcrais assenta na prossecução dos pilares de qualidade e, se possível, exacerbá-los. Várias barreiras teremos que ultrapassar. Sabendo lidar com inteligência com factores exógenos, como seja, o decréscimo do número de alunos a nível da população escolar que demanda o ensino superior, reforçando, simultaneamente, a capacidade científica e pedagógica da escola, poderemos aspirar a voos mais altos. Estes voos significam, na prática, evoluir dos actuais 2.300 alunos para os 3.300 num lapso de tempo de cinco anos, sendo necessário o imprescindível crescimento do nosso espaço físico.
José Alberto
Técnico - Adjunto Especialista de 1Ş Classe - Relações Públicas - ISPV