ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

 

SEMANA CULTURAL

Na celebração do seu 17 Aniversário, a ESEV promoveu a realização de uma Semana Cultural, que decorreu de 27 de Março a 1 de Abril, e que integrou no seu programa os seguintes eventos:

 

27 de Março

(Ginásio da ESEV)

 

10.30 Cortejo Académico

- Sessão de abertura da Semana Cultural

- Cerimónia de Homenagem ao Professor Doutor João Pedro de Barros e à Professora Doutora Avelina Rainho.

 

11.00 Conferência

"O Ensino Superior Politécnico"

Professor Doutor João Pedro de Barros, Presidente do ISPV

 

13.00 Almoço (Palácio dos Desportos) - Actuação da Tuna do ISPV.

 

14.00 - 18.00 Ferramentas, Software educativo e Internet (Área T.I.C.)

(2 turmas com pré-marcação)

(Centros de Informática)

 

15.00 - 18.00 Conferência (Área Científica de Psicologia)

"Dificuldades de aprendizagem, um desafio à Escola"

Dr Helena Serra

 

28 de Março

9.00 - 13.00 Ferramentas, Software educativo e Internet

(2 turmas com pré-marcação)

(Centros de Informática)

 

(Auditório da ESEV)

10.00 Festa dinamizada pelos estagiários e grupos de alunos da Prática

Pedagógica de Francês, do 1 Ciclo.

 

14.30 Palavras de embalar: sensibilização a uma língua estrangeira.

Ateliers dinamizados pela Dra. Helena Marques e estudantes do

3 ano do Curso de Português-Francês.

 

14.00 - 18.00 Ferramentas, Software educativo e Internet

(2 turmas com pré-marcação)

(Centros de Informática)

 

15.00 Conferência (Área Científica de Matemática)

"Novas perspectivas sobre o currículo do Ensino Básico"

Professor Doutor Paulo Abrantes

 

17.00 Conferência (Área Científica de Português)

"O discurso polémico"

Doutora Sónia Rodrigues (Fac. Letras do Porto)

 

29 de Março

9.00 - 13.00 Ferramentas, Software educativo e Internet

(acesso livre às actividades)

(Centros de Informática)

 

(Ginásio da ESEV)

 

14.00 Conferência (Área Científica das Ciências da Natureza)

"Actividade experimental em educação em ciência no 1 Ciclo"

Professor Doutor Joaquim Gomes de Sá

 

16.00 Conferência

"Balanço do Milénio"

Professor Doutor José Hermano Saraiva

 

30 de Março

(Ginásio da ESEV)

 

14.30 Conferência (Área Científica de Inglês)

"O Anglicanismo"

Rev. Howell Sasser (St. James Anglican Church)

 

16.00 Step e dança jazz pelo 2 ano do Curso de Educação Física do Pólo de

Lamego. (Org. Dra. Margarida Meneses)

 

 

Sarau Cultural - 1 Dia

Teatro Mirita Casimiro

 

21.30 Fado de Coimbra pelo grupo Toada Coimbrã.

 

Intervalo

 

22.45 Teatro da Academia (Estudantes do ISPV)

"Haja respeito" (cenas curtas com actores em construção)

31 de Março

9.30 I Encontro "As Tecnologias de Informação e Comunicação na Escola. Que presente ? "

(Org. Centro de Competência Nónio Séc. XXI)

 

13.00 Pausa para almoço.

 

14.30 - 16.30 Continuação do I Encontro "As Tecnologias de Informação e Comunicação na Escola. Que presente ? " (Org. Centro de Competência Nónio Séc. XXI)

 

(Ginásio da ESEV)

 

16.00 Conferência

Professora Doutora Maria José Sá Correia, Presidente do Conselho Científico da ESEV.

 

18.00 h. Dão de Honra na Comissão Vitivinícola Regional do Dão.

 

Sarau Cultural - 2 Dia

Auditório do Conservatório de Música "Dr. Azeredo Perdigão"

 

21.30 Piano

João Pedro Gouveia Osório Antas de Barros

 

21.45 Canto lírico por Maria Cristina Aguiar, acompanhada ao piano por Ana Cristina Mota Pinto

(Conservatório Regional de Música "Dr. José de Azeredo Perdigão").

 

1 de Abril

Sarau Cultural - 3 Dia

Teatro Mirita Casimiro

 

21.30 Bailado pela Escola de Artes de Viseu de Maria Elsa Silva.

 

10.00 Dança Clássica

Adelaide Isabel Vara Branco

 

Intervalo

 

10.20 h. Grupo de Dança Experimental Terpsicore (Porto).

 

Exposições

patentes ao público na ESEV, durante a Semana Cultural:

 

Exposição "Viseu Cidade Monumental" - Aguarelas de Eduardo Ferrão

Exposição de Fotografia "Viseu Antigo" - Centro Cultural Distrital de Viseu

Banda Desenhada "Literatura de Viagens" - Exposição Itinerante

Espaço - Teatro - Companhia de Teatro "Faz de Conta"

Espaço - Anim'arte - Revista de Animação Sociocultural

"História e Cultura Portuguesas", exposição de trabalhos de alunos (CEDOC)

Mediateca (CEDOC)

Telecomunicações (Portugal Telecom)

Exposição de Materiais da Prática Pedagógica de Lamego (sala 13)

Exposição Interactiva da Área Científica de Matemática (salas 1,2 e 4)

Exposição Interactiva da Área Científica de Ciências da Natureza (Laboratório de Ciências)

Exposição de Materiais Escolares e Tecnologia Educativa organizada pelo Conselho Pedagógico (sala 3)

"A ESEV na Rua" - 28,29 e 30 (Praça da República e Rua da Paz)

Iniciativa da Associação de Estudantes da ESEV

 

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Semana Cultural da ESEV

Área das Tecnologias da Informação e das Comunicações

 

ATELIERS INFORMÁTICA

 

Internet

 

As potencialidades de comunicação que a evolução tecnológica nos tem vindo a oferecer é sem dúvida um dos aspectos que mais dramaticamente tem influenciado a nossa sociedade. A evolução das Tecnologias da Informação e Comunicação abrem novos horizontes a alunos e professores, permitindo, a partir do espaço da sala de aula ou da Escola, alcançar uma imensidão de recursos.

Embora se associe muitas vezes à Internet a ideia de navegação, no conteúdo educativo importa navegar com rumo, rentabilizando as potencialidades de ligação e comunicação para ensinar e aprender melhor.

A Internet pode suportar a distribuição de cursos e actividades de formação, facilita e intensifica a comunicação entre professores, alunos e outros parceiros, oferece a possibilidade de aceder a um manancial imenso de informação, permite a publicação e divulgação de forma acessível e democrática a todos.

Neste Atelier exploraremos alguns 'Sites', seleccionados pelo seu valor educativo e pela sua adequação às crianças. Pretende-se induzir nas crianças o gosto pela pesquisa da informação.

 

Endereços explorados:

www.piolho.com

www.terravista.pt/guincho/1533

www.sitiodosmiudos.pt

http://criancas.clix.ytldefault.htm

 

Ferramentas

 

Ferramentas entendidas como aplicações educativas informáticas que proporcionem aos alunos ambientes de trabalho onde possam desenvolver vários níveis de capacidades como a facilidade de expressão e a criatividade, induzindo o aluno a aprender, fazendo. Neste sentido podemos afirmar que estas ferramentas sustentam e promovem o desenvolvimento dos processos cognitivos das crianças de forma única, uma vez que exploram potencialidades diferentes daquelas que se conseguem com os recursos tradicionais, como o lápis e o papel.

Convém reforçar a ideia de que as ferramentas desenvolvidas para adultos, como os processadores de texto, ou os ambientes de edição de desenho e animação, mais divulgados, não são as mais adequadas para as crianças. As suas interfaces não têm em linha de conta o mundo infantil, pelo que dificilmente se adaptam às capacidades das crianças, conseguindo envolvê-las na concretização das tarefas, promovendo os indispensáveis sentimentos de gozo e satisfação.

Neste Atelier exploraremos algumas ferramentas que pela sua estrutura e interface são especialmente adequadas às crianças.

 

Ferramentas exploradas:

Kid Pix, Broderbund

Guarda Vestido Mágico, IBM

Oficina do Livro, Sunberst

Comunication, Inc.

Estúdio de Impressão, IBM

Livro de Colorir, Crayola IBM

 

Jogos

O jogo encerra potencialidades educativas sobejamente reconhecidas em que o contexto particular da utilização das Tecnologias da Informação na educação não foge à regra.

O desafio de vencer barreiras ou adversários, o faz de conta e a dimensão lúdica são factores preponderantes para motivar as crianças no desenvolvimento de uma tarefa. As capacidades que as Tecnologias da Informação nos oferecem neste domínio são imensas. Basta considerar as possibilidades de criar ambientes apelativos, com figuras, animações, sons e elevados níveis de interactividade.

Todos reconhecemos o entusiasmo das nossas crianças relativamente às consolas ou aos jogos de computador disponíveis no mercado. Merece a pena ponderar a contextualização destas estratégias em ambientes significativos do ponto de vista dos conteúdos e do desenvolvimento de capacidades relevantes num processo de ensino/aprendizagem.

 

Neste Atelier exploraremos alguns jogos educativos.

Jogos explorados:

Desafios, Cnotinfor

Estúdio Matemático, Rainbow

Technology, USA

Pense Brincando, Publilivro

O Maestro, TB-Suportes

Pedagógicos

 

Programas Educativos

 

Consideramos neste conjunto de programas educativos todas as aplicações educativas especialmente concebidas e implementadas com finalidades educativas, versando sobre vários conteúdos. As tutorias, os ambientes hipermédia ou as simulações são exemplos que cabem neste conjunto.

As características únicas das Tecnologias da Informação permitem desenvolver aplicações, integrando vários 'media', multimedia, e organizar a informação em estruturas complexas que acomodam múltiplas estratégias de pesquisar a informação, permitindo ao aluno percorrer a informação segundo as suas preferências e estilo cognitivo, aumentando a percepção desta informação, nomeadamente através da possibilidade de associar conceitos ou de aceder a uma multiplicidade de representações sobre o mesmo conceito.

Os ambientes de simulação permitem ao aluno compreender o comportamento e funcionamento de determinado sistema através da manipulação das variáveis independentes que o afectam. Os alunos podem analisar as consequências das suas decisões iniciais sobre o sistema construindo dinamicamente o conhecimento sobre o sistema simulado.

 

Programas Educativos Explorados:

Eu Adoro Matemática, Porto Editora Multimedia

Enciclopédia da Natureza, Globo Multimedia

A Aventura do Corpo Humano, Porto Editora Multimedia

O Capuchinho Vermelho, XX Multimedia

O dia em que os sons desapareceram, Ednovation

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A Área das Tecnologias da Informação e das Comunicações desenvolveu, no dia 28 de Março de 2000, nos Centros de Informática da Escola Superior de Educação de Viseu, ateliers com cerca de cento e cinquenta alunos de várias escolas do 1 ciclo do ensino básico. As actividades desenvolvidas proporcionaram às crianças um contacto com as Tecnologias de Informação e Comunicação, nomeadamente através de programas educativos, ferramentas educativas informáticas, jogos educativos e sites seleccionados pelo seu valor e interesse formativo. Na dinamização estiveram envolvidos os docentes da Área das Tecnologias da Informação e das Comunicações, do Centro de Competência Nónio e estudantes da ESEV. As crianças tiveram também a oportunidade de imprimir alguns dos seus trabalhos e de escrever o seu testemunho acerca das actividades realizadas.

Transcrevemos aqui o testemunho da Leonor aluna do 3 ano:

 

" Gostei muito de aqui estar

foi uma experiência divertida

nos computadores posso brincar

e aprender coisas da vida."

 

No dia 29 de Março, os Centros de Informática da ESEV estiveram abertos durante a manhã com acesso livre aos programas educativos e à Internet.

No dia 30 de Março realizaram-se ateliers predominantemente dirigidos a crianças dos jardins de infância da zona de Viseu. Cerca de cento e cinquenta crianças tiveram a oportunidade de trabalhar e de se divertir com ferramentas, jogos e programas educativos.

Trabalhos feitos pelos alunos.

 

Centro de Competência Nónio Século XXI da ESEV

No dia 31 de Março realizou-se, no auditório da ESEV, o I Encontro " As Tecnologias de Informação e Comunicação na Escola. Que presente?". Promovido pelo Centro de Competência Nónio Século XXI da Escola Superior de Educação de Viseu, pretendia, não só divulgar a importância que as T.I.C. assumem nos dias de hoje em contexto pedagógico, mas também dar a conhecer alguns dos projectos que presentemente se desenvolvem nas escolas associadas ao Centro de Competência Nónio da ESEV. Mais de uma centena de participantes, na sua maioria professores do ensino básico, puderam comprovar a dinâmica que a utilização das TIC promove no desenvolvimento de projectos pedagógicos na escola.

Aspecto do auditório.

As apresentações, que abrangeram um leque variado de temas, iniciaram-se com uma comunicação intitulada "Ideias e Métodos de criação multimédia com as crianças", da autoria das Professoras Maria João Duarte Silva, da Escola Superior de Educação do Porto e Maria Cristina Azevedo Gomes, da ESEV. Seguidamente, verificaram-se as seguintes apresentações:

Professor(a)

Escola

Assunto tratado

Aquiles Boiça

EB 2,3/S de Penalva do Castelo

Software educativo - Flash4

Margarida Abreu

EB 2,3 de Tondela

Actividades do Clube Nónio

Manuel Maria

EB 1,2,3 de Oliveira de Frades

Actividades do Projecto Nónio

Isabel Virgínia

EB 2,3 de Tondela

Jornal Electrónico

Eduardo Barros

Secundária de Tondela

Internet na Escola

Maria do Carmo

Secundária de Tondela

Internet na Escola

Olga Ribeiro

EB 2,3 de Tondela

Centro de Recursos Educativos

José Jorge

EB 2,3 de Grão Vasco

Informática na Idade Pré-Escolar

Elvira Morais

EB 2,3 de Grão Vasco

Clube de Artes Visuais

 

No final de cada apresentação foi possível aos presentes colocarem perguntas acerca dos temas tratados.

Devido ao interesse demonstrado pela realização deste encontro, o Centro de Competência Nónio Século XXI da Escola Superior de Educação de Viseu pretende continuar a organizar actividades semelhantes, abertas à comunidade escolar que possibilitem a promoção das TIC como recurso pedagógico, capazes de promover o sucesso escolar, pessoal e social dos alunos.

 

Palavras de embalar: sensibilização ao francês língua estrangeira

 

Por Helena Marques

 

A comemoração do Ano Europeu das Línguas, no próximo ano, impõe-se como que a lembrar-nos, uma vez mais, as mudanças operadas nas esferas públicas, nos últimos tempos. Ou, pelo menos, do percurso proposto, faz muito tempo. Culturas, pessoas, línguas, afectos... trajectórias múltiplas e em confronto. "pluri" um pouco mais... e "multi" ainda mais... um pouco de tudo, muito de tudo um pouco, somos plurais e múltiplos; é nesta riqueza diversificada que somos convidados a mergulhar, para de seguida, partilhar, integrar, incluir novos pontos de vista, seja qual for o sector do sistema educativo. A palavra de ordem é formar para a cidadania europeia... pegue-se em qualquer currículo. Aprendizagem das línguas estrangeiras? Desde a mais tenra idade e até ao fim da vida. A partir de agora, passou a ser proclamada como uma necessidade básica, à qual todos devem ter acesso, do mesmo modo. Contudo, na prática, isto está longe de acontecer, não consta nos programas oficiais do 1 Ciclo do Ensino Básico, muito menos nos da Educação Pré-Escolar. Embora o domínio da psicolinguística legitime o bom efeito de sua aquisição em idades ditas "precoces", até mesmo em simultâneo com a língua materna, já que optimiza as suas competências, na realidade, os recursos ainda são esparsos.

De uma forma indirecta, embora sem intenção, inseriram-se neste contexto, as actividades da Área Científica de Francês, propostas para a semana cultural da ESEV. Mais que isso, tencionaram convidar os participantes à partilha de práticas quotidianas e contínuas, no âmbito da formação inicial do curso de Português-Francês, dos Professores do 1 ciclo e dos Educadores de Infância, no domínio da iniciação da língua estrangeira.

A raiz afectiva da linguagem condiciona e determina a sua aquisição e como tal, deve ser vigiado o seu efeito sobre os métodos pedagógicos a adoptar, quando se inicia este percurso. A dimensão estética e emotiva justificaram por esta razão, a designação dada à iniciativa: palavras de embalar - sensibilização ao francês língua estrangeira.

Estando as actividades ao meu cargo, resolvi abrir as portas à comunidade e dispensei a manhã às crianças, enquanto que a tarde ficaria reservada à formação contínua. Recebemos pela manhã, as escolas do 1 ciclo da nossa comunidade educativa, que se encontram a colaborar nas práticas pedagógicas com a ESEV. Nestas, tive o privilégio de orientar, ao longo do ano lectivo, as práticas pedagógicas da iniciação do francês, introduzida pelos estagiários do 3 ano do curso de Português - Francês. É de facto um trabalho que se faz com gosto, no contacto com o público mais jovem, diagnosticamos o estado de saúde do nosso trabalho formativo, é neste nível relacional, que melhor doseamos as competências do saber, do saber-fazer e do saber-ser.

Como é de conhecimento geral, é atribuído um valor informal a estas aprendizagens, norteado por duas linhas metodológicas fundamentais. A do carácter lúdico e oral, visando o aspecto multidimensional do jogo: cognitivo, sensorial, psicomotor, afectivo e linguístico.

Pensando nas crianças, resolvemos dinamizar para essa manhã, um conjunto de variedades, que permitisse aos implicados desfrutar de alguns momentos de prazer na companhia de seus professores e da equipa da nossa escola, em jeito de recompensa e de agradecimento pelo empenho sempre renovado.

De tarde, visámos a formação de formadores e dos estudantes da ESEV, ligados a este domínio de aprendizagem. Dinamizei com os estagiários do 3 ano, quatro ateliers pedagógicos, estruturados na cadeira de formação inicial O mundo da infância através da literatura francófona, em consonância com as orientações das P.P., propondo, neste enquadramento, textos de tradição oral francesa, trabalhados e fundamentados para o fim proposto.

Tivemos na plateia alguns Educadores de Infância, Professores do 1 e do 2 Ciclo do Ensino Básico, mas também estudantes implicados neste ramo de formação. Depois de analisados muito sucintamente os currículos oficiais da Educação Pré-Escolar e do 1 Ciclo, levei o público a constatar, que, apesar das línguas estrangeiras não apresentarem um carácter obrigatório, somos levados a adoptá-las como prática aconselhada, a partir da leitura que se faz dos mesmos. Ao mesmo tempo que a plateia ia colaborando na construção das actividades propostas, foram relembrados os grandes desafios pessoais e relacionais subjacentes à aprendizagem da língua estrangeira. Enquanto desperta para a sensibilidade estética, vai trabalhando todo um jogo de construção de um discurso de identidade, ao mesmo tempo que desenvolve a competência intercultural, de abertura a outros pontos de vista.

E assim se foi abrindo um leque variado de materiais linguísticos de tradição oral francesa, com o propósito de responder a perguntas de ordem prática, ligadas à actividade pedagógica. Os participantes foram envolvidos na construção de sentidos, bem como de materiais, enquanto acompanhavam a dinâmica das sessões, entre as quais eram recolhidas as impressões e a avaliação feita das mesmas. Avaliação essa que demonstrou ser positiva na final do dia dedicado ao francês.

SUMÁRIO