Hélio Bernardo Lopes *

 

Rosa

Uma manhã singular.

Um rumo que era novidade,

bem vista já,

num amor fundo e pressentido.

Criativo,

alguns de si dizem ser química.

Tal é, porém, tão pobre redução,

que se não fosse do coração,

uma rosa bela assim tão,

vermelha e ardente

se não vivia de contente.

 

* Jornalista

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