Hélio Bernardo Lopes *
DEDOS DE FINURA
Toda em si era elegância, na fragância de seus olhos, suaves e sem escolhos, sorrindo e tão bonitos, na doçura de uma sensibilidade forte, fina e ricamente interior.
Suas mãos também falavam, bem desenhadas, e também assim tratadas, com finura que era a sua e tão belos dedos de ternura. |
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* Jornalista