O mais remoto exemplo de iconografia vinária: vindima, e colheita do vinho, segundo uma pintura tumular egípcia do túmulo de Nakt, da XVIII dinastia, cerca de 1400 a.C.

Vasilha com cena ditirâmbica. Ânfora dita Stammos ática, com festa de louvor a Diónysus, Deus do Vinho cerca de 500 a.C.

 

 

- Sarcófago de Constança-túmulo de cerca de 360 d.c. - Pórfido. Museu Pio Cristão

Estilo paleocristão com figuração das actividades da colheita da vinha e do pisar das uvas.

No Renascimento foi conhecido por Sepolcro di Baco pela alusão às vindimas. Trata-se de um conjunto de símbolos (animais e plantas integrados na iconografia litúrgica da nova religião - o cristianismo.

Iluminura com cenas da vida rural: "A Vindima" e fabrico do vinho c/ prensa de lagar, engenho vetusto e arcaico; vinhas de ambarrado (ou enforcado), do Códice do séc. XII (1198) conhecido por Apocalipse do Lourvão. O mais antigo documento iconográfico português de temática vinária, encontrado no velho manuscrito insólito do Mosteiro do Lourvão.

"Baco", o Deus romano do vinho e da vinha, da embriaguez e dos instintos livres, escultura de juventude do grande Mestre Miguel Ângelo Buonarroti (1475 - 1564), obra de 1497.

 

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