Comunicação do Presidente da Escola Superior de Tecnologia,

Engº. Fernando Sebastião

 

As minhas primeiras palavras são para saudar todos os presentes, e de forma muito especial Sua Exª. o Sr. Presidente da República.

A presença de V. Exa., Sr. Presidente, neste acto solene, é para nós uma grande honra e motivo de grande satisfação, já que este momento é de especial importância para a nossa Escola, coincidindo com a entrada em funcionamento da terceira fase das novas instalações e a conclusão da sua estrutura física, inicialmente projectada de acordo com o plano preliminar aprovado pelo Ministério da Educação.

 

Desde a sua criação, a ESTV, integrada no Instituto Superior Politécnico de Viseu, desenvolveu esforços simultâneos em três vertentes fundamentais: a construção de instalações, a criação de cursos que fossem prioritários para o desenvolvimento da região e a formação do corpo docente, condição essencial para a prossecução de um ensino de qualidade.

Começando a funcionar em instalações provisórias, e tendo como primeira preocupação o reforço da qualidade científica dos cursos, as duas primeiras fases de construção foram no sentido da criação de espaços lectivos adequados às necessidades dos alunos, nomeadamente salas de aula, laboratórios e respectivos equipamentos.

Para a terceira fase ficaram as áreas administrativas e os serviços de apoio, e ainda alguns espaços de carácter pedagógico, nomeadamente oficinas, biblioteca e este Auditório que fica, a partir desta data, ao serviço da comunidade.

Terminadas que foram as obras, está concluído um complexo com uma área de construção de 17.500 m2 frequentado por 2500 alunos, sem contar com os alunos da Escola Superior Agrária que, transitoriamente, partilham as nossas instalações.

Viseu passa assim a dispor de mais uma infra-estrutura de Ensino Superior Público, moderna e funcional, vocacionada para as áreas das Ciências Empresariais e das Engenharias que continuamente se têm vindo a afirmar na região pela qualidade de formação que vêm proporcionando aos seus alunos, pela adequação dessa formação às necessidades do mercado de trabalho, o que se tem reflectido no elevado nível de emprego dos seus diplomados e na crescente procura por parte dos candidatos ao Ensino Superior, agora reforçada pela criação das novas licenciaturas.

No entanto, a conclusão da terceira fase foi apenas o final de uma etapa. Com a entrada de aproximadamente 500 novos alunos no ano lectivo de 1998/99, a Escola está a atingir os limites da sua capacidade.

Sendo previsível um aumento do número de alunos nos próximos anos, estamos já a desenvolver novos projectos no sentido da ampliação das instalações.

Em curso estão também as obras de infra-estruturas gerais, arranjos exteriores e instalações desportivas que certamente irão contribuir para uma maior funcionalidade do Campus Politécnico e para o seu enquadramento arquitectónico e paisagístico numa zona privilegiada da cidade de Viseu.

Antes de terminar, não poderia deixar passar esta oportunidade sem manifestar o meu reconhecimento a todos os que colaboraram na realização desta obra, e em especial:

- ao Ministério da Educação, na pessoa de Sua Exª. o Sr. Ministro;

- ao Instituto Politécnico de Viseu, na pessoa do seu Presidente Prof. Dr. João Pedro de Barros;

- a todos os membros do conselho consultivo da Escola, onde se incluem a Câmara Municipal de Viseu e todos os outros Municípios do distrito;

- e, por fim, a todos quantos trabalham nesta casa, docentes e funcionários, cujo empenhamento, dedicação e espírito de sacrifício têm sido decisivos para a concretização deste projecto e para o prestígio desta instituição.

 

Comércio do Porto

14-Novembro-1998

SUMÁRIO