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Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD)

(Fonte: www.ipad.mne.gov.pt )

O Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento disponibiliza oportunidades, quer em termos de emprego, investigação e possibilidades de reflexão em sede de conferências e colóquios vários na página principal www.ipad.mne.gov.pt

No entanto, existem iniciativas que estão previstas e disponíveis à sociedade civil e a indivíduos, a saber:

Apoio à sociedade civil através das Organizações não governamentais para desenvolvimento (ONGD) - são instituições da sociedade civil constituídas por pessoas singulares ou colectivas de direito privado sem fins lucrativos, com sede em Portugal. As ONGD têm por objectivos a concepção, execução e apoio a programas e projectos de cooperação para o desenvolvimento, de assistência humanitária, de ajuda de emergência e de protecção e promoção dos direitos humanos. Em regra, as ONGD têm as seguintes áreas de intervenção: ensino, educação e cultura; assistência científica e técnica; saúde, incluindo assistência médica, medicamentosa e alimentar; emprego e formação profissional; protecção e defesa do ambiente; integração social e comunitária; desenvolvimento rural; reforço da sociedade civil, através do apoio a associações congéneres e associações de base nos países em vias de desenvolvimento; educação para o desenvolvimento, designadamente através da divulgação das realidades dos países em vias de desenvolvimento junto da opinião pública. Estas organizações podem apresentar candidaturas para financiamento de projectos para o desenvolvimento, que normalmente, têm lugar até 30 de Abril para projectos de Cooperação pata o Desenvolvimento (incluem os PALOP e Timor-Leste), e durante o segundo semestre de cada ano civil para projectos de Educação para o Desenvolvimento;

Agentes da Cooperação – um agente da cooperação é o cidadão que, ao abrigo de um contrato, participe na execução de uma acção de cooperação financiada pelo Estado Português, promovida ou executada por uma entidade portuguesa de direito público ou por uma entidade de direito privado de fins não lucrativos em países beneficiários. O IPAD tem permanentemente abertas as candidaturas a agentes da cooperação, que passam pelo preenchimento de um formulário acessível no site do IPAD (http://www.ipad.mne.gov.pt/images/stories/Cooperantes/bac.doc ) e pelo envio do Curriculum Vitae, de acordo com as instruções disponíveis online (http://www.ipad.mne.gov.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=132&Itemid=163 ). Após realizada a candidatura, a selecção passa por um processo de entrevista no sentido de aferir o perfil do interessado a este tipo de actividades que podem ser de vária índole, desde mão-de-obra qualificada e técnica, a voluntariado. O estatuto jurídico e o respectivo enquadramento do agente da cooperação está previsto na Lei nº 13/2004;

Bolsas para formação em Portugal (Ensino Superior) – os principais objectivos destas bolsas passam pela formação de jovens quadros em áreas prioritárias ao respectivo desenvolvimento do país de origem; privilegiam candidaturas para cursos inexistentes nos estabelecimentos de ensino local e é dada prioridade a cursos de estudos pós-graduados em detrimento dos de licenciatura. As candidaturas são apresentadas no país de origem junto das autoridades locais.

Bolsas para formação em Portugal (outras áreas de ensino) – para além do ensino superior público, a Cooperação Portuguesa disponibiliza bolsas para as seguintes áreas: Ensino Militar, Ensino Policial e Ensino Jurídico.

Bolsas para formação nos PALOP e Timor-Leste (Bolsas Internas) – os objectivos deste apoio são a formação de jovens quadros em áreas consideradas prioritárias ao desenvolvimento do respectivo país e a contribuição para o desenvolvimento sustentável do ensino local e a fuga de cérebros.

Toda a informação relativamente a estas oportunidades, assim como os critérios de elegibilidade e procedimentos podem ser consultados no sítio Web do IPAD – www.ipad.pt

 

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